Guia para quem procura vaga de professor, licitação da prefeitura, alvará de obra ou a própria portaria. Primeiro, como fazer na mão. Depois, como a gente faz por você.
O Deu no Diário lê, todo dia útil, cinco fontes públicas do Pará: o Diário Oficial dos Municípios (FAMEP, 97 municípios), o Diário Oficial do Estado (IOEPA), o Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), o Diário Oficial do Município de Belém (DOM Belém) e o Diário Oficial de Ananindeua. São cerca de 600 atos por dia útil nos diários da FAMEP, cerca de 515 por dia no diário do estado e cerca de 92 compras públicas por dia no PNCP com órgãos do Pará: perto de 27 mil atos em 30 dias. Belém soma cerca de 55 atos por edição e Ananindeua cerca de 45.
Você escreve o que procura em uma frase, do seu jeito: “seleção para professor em Marabá”, “compra de cimento e tijolo por órgão do Pará”, “obras e alvarás em Belém e região”. A gente cruza cada ato do dia com a sua frase e manda por e-mail só o que bate, com prazo, valor, órgão e o link da página do diário. WhatsApp em breve. Custa R$ 49 por mês por frase, com 14 dias grátis e 7 dias de garantia.
Seleção de professor sai em dois lugares. A prefeitura publica no diário do município. Para 97 municípios do Pará, como Marabá, Santarém e Marituba, esse diário é o da FAMEP, em diariomunicipal.com.br/famep. O estado (SEDUC) publica no Diário Oficial do Estado, em ioepa.com.br. Belém e Ananindeua têm diário próprio, e a gente lê os dois. Procure por “processo seletivo simplificado”, “PSS” e “professor”, todo dia útil. O edital fica aberto por poucos dias e a inscrição fecha rápido.
PSS é a contratação temporária sem concurso. A prefeitura ou o estado abre vagas por prazo certo, em geral 1 ano, com renovação possível. A seleção costuma ser por títulos e tempo de serviço, às vezes com entrevista. O edital sai no diário oficial com cargo, vagas, salário e prazo de inscrição. Depois saem, no mesmo diário, o resultado e a convocação. Para ficar sabendo, você lê o diário todo dia ou cadastra a frase no Deu no Diário e recebe por e-mail.
Menos do que parece. Em 30 dias, a frase “contratações temporárias de professores no Pará” gerou 2 avisos: duas convocações em Marabá. Nesse período não saiu edital novo de abertura nas fontes que líamos, e ele ainda não incluía o DOM Belém nem o diário de Ananindeua. Por isso vale uma frase mais larga: “seleções e concursos na educação no Pará” pega também pedagogo, coordenador, auxiliar de sala e merendeira. Quando sair edital, você recebe no próximo dia útil.
A SEDUC (estado) publica no Diário Oficial do Estado, o IOEPA. A SEMEC (Prefeitura de Belém) publica no Diário Oficial do Município de Belém, o DOM Belém, em sistemas.belem.pa.gov.br/diario. Belém e Ananindeua não usam o diário da FAMEP: cada uma tem o seu. A gente lê o IOEPA, o DOM Belém e o diário de Ananindeua todo dia útil. O DOM Belém traz cerca de 55 atos por edição, e nem todo dia útil tem edição.
Saúde sai nos mesmos diários que educação. Prefeituras contratam por PSS para UBS, UPA e hospital municipal, e publicam no diário do município. O estado (SESPA) publica no IOEPA, inclusive os contratos com organizações sociais que administram hospitais regionais. Cadastre “seleção ou concurso para enfermeiro e técnico de enfermagem no Pará”. Você pode pôr mais de um cargo na mesma frase.
A convocação sai no diário oficial, com a lista de nomes e o prazo para se apresentar. Esse prazo costuma ser de 2 a 5 dias úteis. Quem perde o prazo perde a vaga. Procure o nome do órgão e a palavra “convocação” no diário, todo dia. No Deu no Diário, a frase “convocação da seleção de professor da Prefeitura de Marabá” avisa quando a lista sair.
Diga o cargo, o lugar e o tipo de vínculo. Exemplos: “seleção para professor de matemática em Marabá e Parauapebas”, “concurso ou PSS para enfermeiro no estado do Pará”. Evite frase de uma palavra só, como “vagas”. Evite também frase estreita demais, como “professor de física da escola X”. Você pode trocar a frase quando quiser.
O lugar certo é o PNCP, em pncp.gov.br. Pela lei 14.133, todo órgão publica lá o edital, os itens, o prazo de proposta e o resultado. Em 28 dias, órgãos de Belém publicaram 1.034 compras no PNCP: 37 por dia. O aviso resumido também sai no DOM Belém, que a gente lê todo dia útil. Dá para filtrar por órgão e data no PNCP, mas ninguém lê 37 compras por dia. A gente lê e manda só as que batem com o que você vende.
PNCP é o Portal Nacional de Contratações Públicas, do governo federal. Todo órgão que compra pela lei 14.133 (prefeitura, câmara, estado, autarquia, universidade) publica lá o edital, os itens, o resultado e o contrato. É de graça e aberto. Órgãos do Pará publicam cerca de 92 compras por dia no PNCP. A gente lê o PNCP item por item, todo dia útil.
É a compra sem licitação, permitida para valor baixo ou urgência. O teto é corrigido todo ano por decreto federal e passa de R$ 60 mil para compras e serviços. A dispensa sai no PNCP com prazo curto de proposta, no mínimo 3 dias úteis. É a compra mais comum para material de construção, alimento, peça e serviço pequeno. Quem não vê no dia, perde. Cadastre o que você vende e as cidades que atende.
A gente mediu. Cerca de 92 compras por dia no PNCP com órgãos do Pará. Belém sozinha teve 1.034 em 28 dias. Somando o Diário dos Municípios (cerca de 600 atos por dia útil) e o Diário do Estado (cerca de 515 por dia), dá perto de 27 mil atos em 30 dias. É isso que a gente lê para achar o que serve para você.
Abra pncp.gov.br. Entre em “Consultas” e escolha “Editais e avisos de contratações”. Filtre por UF Pará, município e data. Marque “recebendo proposta” para ver só o que ainda está aberto. Cada resultado mostra órgão, modalidade, objeto, valor estimado e prazo. O passo a passo com detalhes está no fim desta página.
Sim, mas não no PNCP. O PNCP só mostra. A proposta é enviada no portal que o edital indica: Compras.gov.br, Portal de Compras Públicas, BLL, Licitanet ou outro. Cada portal pede cadastro da empresa com CNPJ e documentos. Faça o cadastro antes de precisar, porque ele leva dias. O aviso do Deu no Diário traz o link do edital, e o edital diz qual portal usa.
Sim, de qualquer órgão que publique no PNCP com endereço no Pará: prefeituras, câmaras, governo do estado, UFPA, UEPA, IFPA, tribunais. Também lemos os avisos nos diários da FAMEP e do IOEPA. A gente não cobre órgão de outro estado. Se você atende só Belém e região metropolitana, diga isso na frase e a gente filtra.
O extrato do contrato (resumo com valor, prazo e empresa) sai no diário oficial do órgão e no PNCP. Aditivo de prazo ou de valor sai do mesmo jeito. Serve para saber quem ganhou, quanto e até quando, e para se preparar para a próxima licitação. Cadastre “contratos de limpeza de órgãos do estado do Pará” ou “aditivos de contrato da SESPA”.
Quem emite o alvará em Belém é a SEURB (Secretaria Municipal de Urbanismo). O pedido e a emissão passam pelo protocolo da SEURB. Alvará de obra maior, de empreendimento e licença de parcelamento costumam aparecer no DOM Belém, em sistemas.belem.pa.gov.br/diario. Procure por “alvará”, “licença de construção” e “habite-se”. A gente lê o DOM Belém todo dia útil: cerca de 55 atos por edição, de SEMMA, SEINFRA, SEGEP e outras secretarias. Alvará que sair lá chega no seu e-mail.
Obra pública passa pelo PNCP (licitação) e pelos diários (ordem de serviço, contrato, aditivo). Em 30 dias, a frase “obras e alvarás em Belém e região” gerou 14 avisos. Entre eles: obras da UFPA, do Sesc, da Casa da Mulher Brasileira e a macrodrenagem da bacia do Mata Fome. Serve para empreiteiro, fornecedor de material e engenheiro que quer saber quem vai construir, onde e por quanto.
A SEMMA de Belém (municipal) e a SEMAS (estadual) publicam pedido e concessão de licença ambiental. A municipal sai no DOM Belém e a estadual no IOEPA. Em Ananindeua, no diário da cidade. Nos outros municípios, no diário da FAMEP. A gente lê os quatro todo dia útil. O texto diz a empresa, a atividade e o endereço. Cadastre “licenças ambientais no Pará para construção” para receber as do estado, de Belém, de Ananindeua e dos municípios da FAMEP.
Às vezes. Habite-se de prédio e de empreendimento pode sair no diário do município como ato da secretaria de urbanismo. Casa individual raramente sai. A gente lê os 97 municípios da FAMEP, o DOM Belém e o diário de Ananindeua todo dia útil. Se não sair nada, a gente não manda nada.
Em Belém, drenagem e asfalto passam pela SESAN e pela SEURB. O estado faz pela SEDOP. A licitação sai no PNCP; a ordem de serviço e o contrato saem nos diários. A macrodrenagem da bacia do Mata Fome apareceu assim nos últimos 30 dias. Cadastre o tipo de obra e a região: “drenagem e pavimentação em Belém e Ananindeua”.
Você fica sabendo de três coisas. Quais obras o poder público vai licitar e quem ganhou. Quais contratos de projeto, laudo e fiscalização estão abertos. E as licenças ambientais e alvarás que saem nos diários que lemos. Tudo com link para a página do ato. Cadastre uma frase por assunto, por exemplo “projetos de engenharia e laudos contratados por órgãos do Pará”.
Belém tem diário próprio: o Diário Oficial do Município de Belém (DOM Belém), publicado pela Procuradoria Geral do Município. As edições ficam em sistemas.belem.pa.gov.br/diario/painel, em PDF, todo dia útil. Abra o painel, escolha a data e baixe a edição. Use a busca do leitor de PDF (Ctrl+F) para achar seu nome ou o assunto. A gente lê o DOM Belém todo dia útil. São cerca de 55 atos por edição: SEGEP, Gabinete do Prefeito, SEMEC, FUNPAPA, SECULT, SEINFRA, GMB, SESMA, SEMMA. Nem todo dia útil tem edição (23 e 24/09/2026, por exemplo, não tiveram). As compras de Belém a gente pega no PNCP.
O diário da FAMEP reúne 97 municípios do Pará em um arquivo por dia. A busca fica em diariomunicipal.com.br/famep/pesquisar. Os campos são “Palavra-chave no texto”, “Título da matéria”, “Município (entidade)”, “Órgão” e o período de circulação. Escolha o município, escreva a palavra e defina as datas. Cada resultado abre o ato com o número da edição e da página. Também dá para baixar a edição inteira em PDF assinado.
O IOEPA é a Imprensa Oficial do Estado. A edição do dia fica em ioepa.com.br/portal, em PDF. A busca por palavra fica em ioepa.com.br/pesquisa: escreva o termo, escolha o período e clique em “Pesquisar”. O resultado aponta a edição e a página. Saem ali as portarias do estado, os editais da SEDUC e da SESPA, as licenças da SEMAS e os extratos de contrato. São cerca de 515 atos por dia.
Sai no diário do órgão que assina. Servidor do estado: IOEPA. Servidor de município da FAMEP: diariomunicipal.com.br/famep. Servidor de Belém: DOM Belém. Servidor de Ananindeua: diário de Ananindeua. A gente lê todos esses. Procure o seu nome completo, todo dia útil, na busca por palavra. No Deu no Diário, cadastre “portarias e nomeações da SESPA com o nome Fulano de Tal” e a gente avisa quando o nome aparecer nas fontes que lemos.
Lei e decreto só valem depois de publicados no diário oficial. Os do estado saem no IOEPA. Os de município da FAMEP saem no diário da FAMEP. Os de Belém saem no DOM Belém. Cadastre o assunto, não o número: “decretos sobre transporte coletivo no Pará”, “leis sobre IPTU em Marituba”. A gente avisa no dia útil seguinte, com link para a página.
Pode. A frase é livre. Exemplos que funcionam: “obras e contratos que citem o bairro do Guamá”, “tudo sobre transporte coletivo e BRT no Pará”, “mudanças de IPTU e taxas em Ananindeua”. Quanto mais raro o assunto, menos avisos chegam. A prova dos últimos 7 dias mostra na hora se a frase rende alguma coisa.
R$ 49 por mês por frase acompanhada. Os primeiros 14 dias são grátis. Depois, 7 dias de garantia: se não valeu, você pede e a gente devolve tudo, sem pergunta. Cobrança mensal, sem fidelidade. Quer duas frases, tipo “professor em Marabá” e “enfermeiro no estado”? São duas assinaturas.
Não tem multa. Você cancela por e-mail a qualquer momento. Os avisos seguem até o fim do período já pago. Se você contratou pela internet, pode desistir em 7 dias com devolução integral, como manda o Código de Defesa do Consumidor (art. 49). Os detalhes estão nos termos de uso.
Ainda não. Hoje o aviso chega por e-mail, no próximo dia útil depois da publicação. O WhatsApp está em preparação. No cadastro você pode deixar o número, e a gente avisa quando o envio por WhatsApp abrir. Ninguém recebe mensagem no WhatsApp sem ter aceitado antes.
Lemos cinco fontes, todo dia útil: o Diário Oficial dos Municípios do Pará (FAMEP, 97 municípios), o Diário Oficial do Estado (IOEPA), o PNCP (compras de órgãos do Pará), o DOM Belém (cerca de 55 atos por edição) e o Diário Oficial de Ananindeua (cerca de 45 por edição). Ainda não lemos o Diário Oficial da União nem os diários do TCM-PA e do TCE-PA. Também não cobrimos outros estados.
Você escreve a frase e o e-mail na página inicial. Em até um minuto, a gente mostra os avisos que você teria recebido nos últimos 7 dias, com link para cada ato. Se não saiu nada, a gente diz isso e sugere uma frase mais larga. Ao mesmo tempo vai um e-mail de confirmação. Você clica no link e os avisos começam no próximo dia útil.
Pedimos e-mail e a frase que você quer acompanhar. WhatsApp é opcional, só para quando esse canal abrir. Não pedimos CPF nem senha. Guardamos os dados enquanto a conta estiver ativa e por 6 meses depois. Não vendemos nem cedemos dados. Você pode pedir para ver, corrigir ou apagar seus dados a qualquer momento. Está tudo na política de privacidade.
Os avisos trazem dados de atos públicos, publicados pelos órgãos em diário oficial ou no PNCP. A LGPD permite esse uso quando respeita a finalidade pública da publicação (art. 7º, IX e § 3º). A gente não inclui CPF, endereço residencial, dado de saúde ou qualquer dado além do que está no ato. Se você aparece em um aviso e quer que ele seja retirado, escreva para o canal de privacidade indicado na política. Respondemos em até 15 dias.
Não substitui a leitura do ato original: prazo e valor devem ser conferidos na fonte. Não faz inscrição em seleção nem envia proposta em licitação por você. Não é escritório de advocacia e não dá parecer jurídico. Não garante que todo ato vai ser captado: o cruzamento é feito por software e pode errar. Não cobre outros estados. Não manda propaganda no lugar de aviso.
Não. O Deu no Diário é um serviço privado, feito em Belém. A gente lê fontes públicas e aponta para elas. Não representamos a FAMEP, o IOEPA, o PNCP nem nenhuma prefeitura. O diário oficial continua público e de graça. O que a gente cobra é o tempo de ler 27 mil atos por mês por você.
Aí não chega nada. A gente não enche a caixa de entrada com aviso vazio. Alguns assuntos são raros de verdade: seleção de professor no Pará deu 2 avisos em 30 dias. Se em 14 dias grátis não chegou nada, tente uma frase mais larga ou cancele sem custo. A prova dos 7 dias existe para você saber disso antes de pagar.
Tudo aqui é público e de graça. São as mesmas cinco fontes que a gente lê. Se você tem tempo para olhar todo dia, este é o caminho.
Reúne 97 municípios. Belém e Ananindeua não estão nele. Cerca de 600 atos por dia útil.
Atos do governo do estado: SEDUC, SESPA, SEMAS, SEDOP e os outros. Cerca de 515 atos por dia.
Licitações, dispensas, atas e contratos de todo órgão do Pará. Cerca de 92 compras por dia.
As duas maiores cidades do estado têm diário próprio. A gente lê os dois todo dia útil: Belém, cerca de 55 atos por edição; Ananindeua, cerca de 45. Belém nem sempre publica todo dia útil.
O diário é público. Ler 27 mil atos por mês não é. Se preferir que a gente leia por você: